terça-feira, 7 de dezembro de 2010

DEZ ENCONTROS COM A LITERATURA INDÍGENA

As vagas são limitadas. Faça logo sua inscrição pelo email: institutouka@uol.com.br. O tema desta segunda edição é a LEI 11.645/08: MODO DE USAR. Ou seja, um encontro para discutir o bom uso da Lei que obriga História e Cultura Indígena nas escolas brasileiras. Este é um evento planejado especialmente – mas não exclusivamente – para EDITORES, DIVULGADORES DA LITERATURA INDÍGENA e PROFESSORES. Para aqueles que precisam CONHECER melhor as culturas e histórias nativas e, desse modo, melhor editar livros de autoria indígena com qualidade; divulgar a literatura indígena com conhecimento de causa e ensinar nossas crianças com competência. Trata-se de um encontro pioneiro, organizado por indígenas, que prioriza a abordagem e demandas dos próprios. A ideia central do projeto é organizar DEZ encontros com a Literatura Indígena, percorrendo os mais diversos temas de interesses dos povos indígenas tendo como eixo a produção literária de nossos povos. O primeiro encontro aconteceu no dia 03/11, sob a forma de um sarau lítero-musical realizado na cidade de Lorena, no interior de São Paulo. Dessa vez há uma "brincadeira" de palavras no título: DEZ (quantidade de encontros) se confunde com a DES-ENCONTRO, pois há quem questione a existência de uma Literatura Indígena.

O encontro, organizado pelo Instituto Uk'a e mediado por Daniel Munduruku, tem o apoio do Instituto C&A, Instituto EcoFuturo, Prefeitura de São Paulo/Sistema Municipal de Bibliotecas, Farmoterápica, Inbrapi e Nearin. Entre os convidados estará Ely Macuxi, autor indígena cujo livro IPATY, O CURUMIM DA SELVA ilustrei recentemente, pela Editora Paulinas.

Parte da produção literária de autores indígenas brasileiros pode ser encontrada no primeiro catálogo literário de obras de autores indígenas editado no Brasil, disponibilizado aos interessados pelo Nearin (Núcleo de Escritores e Artistas Indígenas do Inbrapi). Eu e Eduardo Okuno fizemos o projeto gráfico. Na capa ilustrei um cocar alternativo. Acima, a versão em Inglês.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

7ª TRAÇANDO HISTÓRIAS

Mais importante mostra de ilustração de literatura infantil e juvenil do país, a 7ª Traçando Histórias fez parte da programação da 56ª Feira do Livro de Porto Alegre, de 29 de outubro a 15 de novembro. Da exposição e respectivo catálogo constam obras de 37 profissionais publicadas em livro, entre 2008 e 2010. Cada artista apresentou duas ilustrações. As minhas foram feitas originalmente para o livro A caveira rolante, a mulher lesma e outras histórias indígenas de assustar, de Daniel Munduruku, pela Global Editora. O evento celebrou também os 30 anos de carreira de Eva Furnari, Angela Lago e Anna Raquel.

Desta 7ª Traçando Histórias, no Armazém A do Cais do Porto, participaram Ana Raquel, Ana Terra, Alê Abreu, Angela Lago, Ângelo Abu, Cárcamo, Cris Eich, Cristina Biazetto, Daniel Bueno, Elisabeth Teixeira, Ellen Pestilli, Elma, Elvira Vigna, Eva Furnari, Fernando Vilella, Flávio Fargas, Graça Lima, Guazzelli, Guto Lins, Ionit Zilbermann, Jean Claude, Janaina Tokitaka, Jô Oliveira, Laura Castilhos, Lélis, Luiz Maia, Lucia Hiratsuka, Maria Eugênia, Marcelo Cipis, Marília Pirillo, Mário Bag, Mateus Rios, Mauricio Negro, Roger Mello, Salmo Dansa, Simone Matias e Suppa.

A Feira do Livro de Porto Alegre é realizada há 55 anos na Praça da Alfândega. Nasceu em 1955, quando um grupo de livreiros, intelectuais e jornalistas, organizou a primeira edição com o lema “Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo”. Um dos mais tradicionais eventos culturais da cidade, recebe anualmente mais de um milhão de pessoas, que visitam as cerca de 160 barracas e participam de uma intensa programação de sessões de autógrafos, seminários, debates, mesas-redondas e apresentações artísticas. Em 2006, a Feira do Livro de Porto Alegre recebeu o diploma de Cavaleiro da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura e, em 2010, a maior feira de livros a céu aberto das Américas foi declarada Patrimônio Imaterial da Cidade pelo Conselho do Patrimônio Histórico e Cultural da Capital.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010



Em São Paulo e no Rio de Janeiro celebramos o IlustraBrasil!7, sétima edição do maior fórum de discussão do desenho publicado no país. Além da exposição de ilustrações dos associados e respectivo catálogo, trata-se do maior fórum para a discussão sobre o desenho publicado no Brasil. Saudável encontro de idéias, vivências e experiências múltiplas de profissionais, estudantes e apreciadores de ilustração, de artes gráficas ou de arte de uma maneira geral. Uma realização da Funarte (Fundação Nacional das Artes)/Ministério da Cultura, fruto da parceria entre a SIB (Sociedade dos Ilustradores do Brasil) e o Senac, e com o tradicional apoio da Labtec, da Lidergraf e da Casa do Artista.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

JÓTY, O TAMANDUÁ, NO ESTANDE DO FNDE

Além do lançamento propriamente dito, que aconteceu na sexta-feira 13 de agosto no estande da Editora Global, o livro JÓTY, O TAMANDUÁ também foi o centro das atenções no Espaço da Leitura / FNDE-MEC, durante a 21ª Bienal Internacional do Livro em São Paulo. A convite do FNDE e da Estação das Letras conversei com o público presente sobre ilustração, literatura, arte, identidade e diversidade. E apresentei a inspiradora narrativa tradicional Kaingáng, escrita e ilustrada em parceria com Vãngri Kaingáng, que inaugura a Coleção Muiraquitãs da Editora Global.

ÓPERA BRASIL DE EMBOLADA NA CASA DA GÁVEA

Eis uma palhinha do show de lançamento – com a banda les pops e participação especial de Thaís Gulin e Marcelo Camera – do livro de Rodrigo Bittencourt lançado pela Pallas Editora. Apresentado ao público no dia 26 de agosto, na Casa da Gávea (RJ), teve leitura dos atores Maria Paula, Marcelo Serrado, Viviane Pasmanter, Maria Rezende e Jefferson Oliveira.



Ilustrado por mim e com projeto gráfico compartilhado com Eduardo Okuno, o livro foi também lançado durante o 12º Salão FNLIJ para Crianças e Jovens, no Rio de Janeiro.



quarta-feira, 18 de agosto de 2010

A GENTE QUER UM BRASIL LITERÁRIO!



Mauricio Negro, na Casa @brasilliterario  on TwitpicShare photos on twitter with Twitpic

Durante a Feira Literária Internacional de Paraty (FLIP), numa bela casa do centro histórico de Paraty, eu e o escritor Edson Gabriel Garcia participamos de um bate papo com o público pelo Movimento por um Brasil Literário. Entre uma pergunta e outra fiz alguns desenhos no flipchart, que não trouxe comigo. Para compensar, postei aqui a versão ilustrada pela minha amiga Ana B., que estava lá com a gente. Querida Ana, muito obrigado pela companhia e ajuda!


terça-feira, 3 de agosto de 2010

Novo lançamento na Bienal do Livro de São Paulo

Recontado e ilustrado por Mauricio Negro e Vãngri Kaingáng
Coleção Muiraquitãs > Editora Global

Sexta-feira, 13 de agosto de 2010, às 14h00, no estande da Global Editora
21ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO
Pavilhão de Exposições do Anhembi
Av. Olavo Fontoura, 1.209 São Paulo/SP

A sabedoria sempre acompanhou o povo Kaingáng, que descende de duas metades criadoras diferentes: Kanhru e Kamé. Uma delas rege o Sol e todas as criaturas do dia. E a outra, a Lua e todos os seres da noite. Para que a vida faça sentido, os opostos devem se unir. Por isso, tempos atrás, os Kaingáng decidiram casar suas metades. Casamentos, de fato, aconteceram. Ninguém queria ficar incompleto. Mas, faltou festa! Nessa narrativa tradicional Kaingáng, o leitor descobrirá com quem o cacique Kairukré e seu povo aprenderam os segredos da música. Saiba mais em Coleção Muraquitãs.